"Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente."


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Vou me divorciar. E o meu filho(a), como fica?

Ao se consultar as estatísticas  do Registro Civil do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e outras diversas fontes (revistas, jornais, pesquisas de campo...) consta-se que o número de divórcios no Brasil é  muito alto. E muitos desses casais que resolvem se separar possuem filhos.

Dada essa grande demanda, muitos pais procuram ajuda ou tentam lidar com isso da melhor forma possível. Porém, muitos  não sabem como lidar com o divórcio e muito menos como lidar com os filhos nesse momento tão delicado. 

Por esse motivo, farei algumas postagens direcionadas ao divórcio e enfrentamento do mesmo quando há filhos resultantes dessa união. 

Começo indicando uma cartilha feita pelo CNJ , chamada Cartilha do Divórcio para os Pais. Essa cartilha possui várias informações importantes e procura orientar os pais nesse processo de separação.

Primeiramente, seria interessante atentar que apesar de estar focando no divórcio, que é  o rompimento legal do vínculo estabelecido pelo casamento civil, a separação de vínculo formado pela união estável ou a quebra de qualquer outro tipo vinculo onde existia comunhão de vida também produz efeitos semelhantes nos filhos. Ou seja, independente do tipo da separação, os filhos devem ser orientados e compreendidos nesse processo.


Como já dito por vários meios de comunicação, familiares, estudiosos e sociedade no geral, o divórcio pode trazer diversos problemas. A realidade dos pais, da criança e dos familiares é alterada. Todos precisam se adequar a uma nova formação de família e ao processo de mudança que isso acarreta.

Apesar da realidade mudar, os pais devem se lembrar que seu papel ainda continuará o mesmo.
Os motivos que levaram aquele casal a serem pais podem ser diversos: por amor, por acreditar que o mundo pode ser melhor, por ser um rito de passagem, por  gostar de crianças, para crescer, para entender seus pais, por descuido... Cada um terá seus motivos pessoais mas nada tira o fato de que esse papel de mãe e de pai continuará até o final da vida de seu filho(a), independente do que vocês decidam como um casal ou separadamente. Sua vida amorosa não exclui esse seu papel!!
Logo, o divórcio não deve separar filhos dos pais. Quem estão se separando são os dois, como um casal, e  não como pai/mãe do filho(a).







Segunda parte em breve.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Ensaios de Ironia

            Hoje irei falar um pouco sobre o Blog de Marcos Rocha: Ensaios de Ironia. O blog começou a pouco tempo e já demonstra ter grande potencial para promover reflexões. Ele contém diversas postagens interessantes, com criticas e reflexões sobre a politica, religião e situações do cotidiano. Se você  gosta de crônicas, aproveite que lá é um prato cheio para você!

Confira abaixo :